
VITORINO
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O álbum comemorativo “50 Anos a Semear Salsa ao Reguinho”, um regresso emocionado ao seu primeiro disco, editado em 1975.
O novo trabalho recupera o alinhamento original e traz de volta canções que há meio século ajudaram a redefinir a canção popular portuguesa, agora revisitadas com novos arranjos e convidados de diferentes gerações. Entre eles, nomes como Ana Bacalhau, António Salomé, Buba Espinho, Cuca Roseta, Gisélia Silva, Janita Salomé, Jorge Palma, Luísa Sobral, Maria Ana Bobone, Manuel João Vieira, Pedro Sáfara, Rosa Salomé, Rui Veloso, Segue-me à Capella, TIM, bem como os Cantadores e Cantadeiras do Redondo, numa celebração que une tradição e contemporaneidade, raízes e renovação.
Mais do que um exercício de memória, este é um disco que reafirma a vitalidade da música portuguesa e o papel do Alentejo como berço de vozes, de poesia e de identidade. Produzido por Vitorino e José R. Cardoso o álbum faz dialogar o passado e o presente — o campo e a cidade, o canto livre e a canção eterna.
Vitorino: “Regravar Semear Salsa ao Reguinho meio século depois é como regressar ao campo onde a canção nasceu e ver que a terra ainda respira, fértil. É semear de novo, mas agora com vozes jovens que brotam como rebentos e com companheiros de jornada que guardam a mesma seiva antiga."

PEDRO SÁFARA
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Nascido no Brasil há 31 anos, Pedro Sáfara chegou a Portugal ainda menor, país onde fixou raízes e iniciou um percurso artístico marcado pela transversalidade entre teatro, literatura e música. Divide atualmente o seu tempo entre o estudo, o ensino e a criação musical, mantendo uma atividade composicional constante.
De entre um vasto repertório autoral, selecionou 12 canções originais que integram FLORILÉGIO, o seu primeiro disco, a editar a 30 de maio de 2025 pela Jugular Edições. Assumindo uma estrutura deliberadamente simples — voz, violão e o piano de Sérgio Costa —, o álbum constrói-se a partir de temas universais da biografia emocional, tratados com rigor poético e elevada qualidade musical.
Interpretadas com um timbre suave e intimista, as canções exploram a complexidade dos afetos, do amor e do encontro, numa escrita que foge à linearidade e à facilidade. “Quem sabe”, primeiro single de apresentação, propõe uma reflexão sensível sobre o lugar do outro no mundo, como uma oração dirigida aos vulneráveis e esquecidos.
Pedro Sáfara é também autor do livro de poesia Traumatologia dos Encontros (2024).

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“Pássaro Azul”, o novo disco de Janita Salomé é um perfeito exemplo de que, em quase tudo, é com a divisão que mais se ganha. Janita ganhou quando dividiu a interpretação das canções, que cuidadosamente selecionou para regravar, com Ana Bacalhau, Camané, Filipa Pais, Fogo-fogo, José Cid, Lúcia Moniz, Maria João, Marisa Liz, Rão Kyao, Vitorino. Ganhou, ainda, quando dividiu a composição de novos arranjos pelo Filipe Raposo (em Altinho, Homens do Largo, Zeca), José Peixoto (em Os Ciganos, Não é fácil o amor, Tardes de Casablanca), Mário Delgado (em Creio nos Anjos, La rosa enfloresce, Outra Rosa) e Francisco Rebelo e FogoFogo (em Palestina) a que acrescentou ainda uma versão de “Os Ciganos”, produzida por José Cid. “Pássaro Azul” propõe-nos um voo musical, ora denso ora ligeiro, pelas palavras de Hélia Correia, Hipólito Clemente, Manuel Alegre, Natália Correia e Vitorino, tendo na voz de Janita Salomé a coerência do Sul e uma presença que atravessa todo o trabalho, com o rigor e qualidade com que, desde sempre, nos foi fiel.

VITORINO
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Vitorino lançou, em 2024, o muito aguardado álbum de originais denominado Não Sei Do Que É Que Se Trata, Mas Não Concordo. Este disco inclui 11 temas, um deles – Para Quando Eu Te Encontrar – em dueto com Cuca Roseta. Na conceção deste disco estão letras da autoria de António Lobo Antunes, Carlos Mota de Oliveira, Florbela Espanca, José Jorge Letria, Miguel Torga, Sérgio Costa e do próprio Vitorino. As músicas são assinadas por José Cid, Sérgio Costa e também por Vitorino. A produção é da responsabilidade de José Cid. Alinhamento do disco Não Sei Do Que É Que Se Trata, Mas Não Concordo: 1.Não Sei do Que Se Trata, Mas Não Concordo 2.Moda Revolta 3.Para Quando Eu Te Encontrar 4.Terra Tão Longe 5.Por Ela (versão de Baile) 6.Cravos Vermelhos 7.Uma Pontinha Por Ti 8.Por Ela (versão Rádio de Pilhas) 9.Não É Meia Noite Quem Quer 10.Santo e Senha 11.Pai Passamos a transcrever parte do press release que recebemos por parte de O Colectivo: Vitorino, um dos mais aclamados nomes do cancioneiro nacional, está de volta às edições com o álbum “Não Sei Do Que É Que Se Trata, Mas Não Concordo”, que chega hoje às plataformas digitais. Em destaque neste lançamento está a canção “Para Quando Eu Te Encontrar”, na qual participa a cantora Cuca Roseta, num dueto entre o fado e o cante. Praticando a habitual simplicidade inconformada, que tanto o identifica, Vitorino opta, neste trabalho, por uma paleta sonora diferente da existente em trabalhos anteriores, explorando novos caminhos estéticos. As letras são da autoria de Vitorino, Florbela Espanca (Cravos Vermelhos), Miguel Torga (Santo e Senha), António Lobo Antunes (Não É Meia Noite Quem Quer), José Jorge Letria (Pai), Carlos Mota de Oliveira (Uma Pontinha Por Ti) e Sérgio Costa (Para Quando Eu Te Encontrar). As músicas ficaram a cargo de Vitorino, José Cid (Santo e Senha, que também produziu) e Sérgio Costa (Para Quando Eu Te Encontrar). Com uma carreira de 50 anos que, em parte, se funde com a história da nossa democracia, desde o 25 de Abril até aos dias de hoje, Vitorino é um nome incontornável no ano em que se celebra meio século da Revolução dos Cravos. Musical e politicamente activo desde a Revolução, que nunca deixou de escrever, compor e cantar ao vivo o seu repertório que tem raízes profundas no Alentejo. Várias canções avulsas depois, repartidas por entre composições para projetos musicais em que participou ou elaboradas para outros intérpretes, como é o caso de Carminho ou de Camané – Vitorino Salomé está de regresso com um disco de canções originais. O álbum “Não Sei Do Que É Que Se Trata, Mas Não Concordo”, uma edição da Jugular, já está disponível em todas as plataformas digitais.

INÊS VAZ
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“Timeless Suite” é o concerto de apresentação do primeiro trabalho discográfico de Inês Vaz e propõe-nos tomar chá num encontro, feliz e intemporal, entre os compositores que interpreta e os nossos tímpanos. Bach e Scarlatti sentam-se à sua direita. Beethoven, Rossini, e Saint-Saens à sua esquerda. Enquanto Gismonti e Angelis ocupam os lugares ao centro. Inês Vaz, ela própria compositora e mestre de cerimónias, abre o programa com “Timeless”, uma peça notável inicialmente composta para musicar um filme de Buster Keaton. Segue-se a vez dos restantes convivas apresentarem prelúdios, sonatas, estudos... e o ouvinte a deliciar-se... José Rodrigues Cardoso